Já alguém utilizou o Buzz...? A google está decidida a conquistar o território dominado pelo facebook nas redes sociais, nos últimos meses.
A mais recente ferramenta do todo o poderoso motor de busca promete dar que falar, ou melhor, teclar.
A guerra tecnológica pelo domínio destes meios de comunicação está ao rubro. Os gurus da Internet anunciam que dentro de 10 anos, as redes sociais vão ser a ferramenta preferida pelos internautas para trocar mensagens, terminado com o reinado do e-mail.
O que virá a seguir ao Buzz?
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Jardim, o estratega

A estratégia de comunicação adoptada por Alberto João Jardim na Madeira, após a tragédia, foi, e continua a ser, brilhante.
Para qualquer cidadão do país e do mundo, o que aconteceu na Madeira e que nos chega pelas imagens televisivas foi o horror. A tragédia. O drama de perda de vidas humanas, para além dos estragos. Para quem conhece a ilha, é arrepiante imaginar a cidade do Funchal coberta de pedra e lama.
Mas, quem conhece, também sabe que os locais turísticos continuam ilesos. É possível subir até ao ponto mais alto da ilha, o Pico do Areeiro. É possível passear até ao norte da ilha, à zona de Porto Moniz. É possível ir até ao Cabo Girão e admirar o mais alto promontório da Europa. É possível visitar a mítica localidade de Curral das Freiras. O Monte é visitável. Com excepção da zona do Mercado dos Lavradores, em pleno Centro histórico do Funchal, é possível para um turista visitar a ilha e não se arrepender. O aeroporto funciona. Não devem faltar carros para alugar. Os hotéis estão a operar.
Isto mesmo divulgou o Governo Regional da Madeira, ontem no Twitter, através de imagens da zona dos hotéis, onde os turistas circulam com aparente normalidade. Polémico, Alberto João sabe como ninguém que o turismo é o principal ganha pão dos madeirenses. (Tal como deveria ser no continente…) E que esta, como todas as indústrias modernas, vive da imagem. Sabe que uma imagem de excelência leva anos a criar, mas pode ficar destruída em poucas horas.
O prestígio alcançado pelo arquipélago em todo o mundo, pode ficar abalado com as notícias de destruição, que alguns media exploram até ao tutano. A atitude cautelosa e visionária de Jardim, ao não querer decretar o estado de calamidade, foi a mais acertada. Apelou à contenção dos exageros de quem quer vender notícias como quem vende gelados. Para quê arranjar mais um rótulo negativo para a situação? O mais importante foi reagir com celeridade. Andar para a frente. É uma gestão da crise exemplar.
Em breve, estou certo que o Funchal terá o brilho que lhe é natural. O Presidente dos Madeirenses revela inteligência, até na indumentária que usa nestes dias. Tirou a gravata. Vestiu o impermeável. Comunica trabalho. Certamente que, dentro de dias, irá aparecer em frente às câmaras de televisão com as suas melhores gravatas, para dar sinais de que tudo regressou à normalidade. Ou com o charuto, a cultivar aquela imagem exótica, que associamos à ilha que comanda. A Madeira é de facto, um Jardim.
Nota: a foto é da autoria do meu amigo e mestre, Luiz Carvalho, foto jornalista do Jornal Expresso.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
blog para amigos

Olá amigos,
estou de volta, depois de uma pausa facebookiana. Depois do Hi5 há 2 anos, em 2009 rendi-me a outra rede social - o facebook. Eu que pensava que bastava uma. Estudos dizem que o Hi5 é mais utilizado por teenagers e mesmo estes, três meses após a adesão, acabam por perder a pica...
Mas o Facebook é diferente. Para além de ser mais para adultos, claro, tem uma vertente mais profissional. Além de encontrar-mos os amigos do jardim-de-infância, ainda podemos partilhar músicas, vídeos, pensamentos, eventos, e até jogar... Aquilo tem mesmo potencial.
Se de há uns anos para cá se diz que quem não está na Internet, não existe, agora pode dizer-se que quem não está nas redes sociais, não existe. Falo das pessoas, das empresas, das instituições. Quem quiser comunicar, fazer passar uma mensagem, enfim "tornar comum", tem que utilizar este suporte. É lá que tudo acontece. Não é futuro, é o presente.
Acaba por ser um blog para amigos. É por lá que tenho andado. É por lá que vou continuar, até me render ao twitter, ou ao my space, ou a outras que possam surgir. Os gurus da comunicação dizem que já não tenho idade para o HI5, mas gosto de lá passar para ver os amigos.
Para matar saudades do blogger, publico aqui uma foto das minhas preferidas, e que ganhou recentemente um prémio - 12.ª posição... entre 7000. Espero que gostem.
Vejam também as outras 30 finalistas: http://aeiou.expresso.pt/olhares-veja-as-imagens-vencedoras-do-concurso-de-fotografia=f554599
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
O gato na campanha
As televisões nacionais estão de parabéns! A cobertura jornalística televisiva das eleições legislativas tem sido exemplar. É de louvar a concertação entre estações e respectivos partidos pelos debates promovidos entre os candidatos mais representativos.
Tenho acompanhado tudo na SIC, onde até aquelas reportagens sobre o lado mais pessoal dos candidatos tem contribuido para elucidar os eleitores acerca da personalidade dos ditos.
O gato fedorento, a brincar, tem colocado à prova as capacidades dos candidatos, com perguntas brilhantes, porventura mais embaraçosas do que se fossem formuladas pelo mais duro dos jornalistas.
É surpreendente como isto pode ser um verdadeiro teste para Sócrates e companhia.
É na TV que se decidem as eleições, nos países modernos. É a principal montra de ideias.
Sonho um dia com uma TV regional, onde por exemplo os candidatos às eleições autárquicas possam mostrar às massas as suas propostas e debatê-las com os opositores. A mensagem chegaria de uma forma mais fácil aos eleitores. Vamos aguardar por dias melhores.
Talvez aí possam também aparecer outros felinos para tornar estes assuntos menos cinzentos e animar a malta.
Tenho acompanhado tudo na SIC, onde até aquelas reportagens sobre o lado mais pessoal dos candidatos tem contribuido para elucidar os eleitores acerca da personalidade dos ditos.
O gato fedorento, a brincar, tem colocado à prova as capacidades dos candidatos, com perguntas brilhantes, porventura mais embaraçosas do que se fossem formuladas pelo mais duro dos jornalistas.
É surpreendente como isto pode ser um verdadeiro teste para Sócrates e companhia.
É na TV que se decidem as eleições, nos países modernos. É a principal montra de ideias.
Sonho um dia com uma TV regional, onde por exemplo os candidatos às eleições autárquicas possam mostrar às massas as suas propostas e debatê-las com os opositores. A mensagem chegaria de uma forma mais fácil aos eleitores. Vamos aguardar por dias melhores.
Talvez aí possam também aparecer outros felinos para tornar estes assuntos menos cinzentos e animar a malta.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Inevitável
Ora cá estou eu. Era inevitável. Mais cedo ou mais tarde o meu "bichinho" da escrita havia de cá chegar. À blogosfera, pois claro.
Tudo começou na infância. Com apenas 9 anos, criei a minha primeira publicação. Decalquei desenhos de carros desportivos para uma sebenta, desenhei a capa e pus à venda. Tinha a informação sobre a marca, modelo, país e ano de criação. O sucesso comercial não foi o esperado, pois não consegui vender uma única unidade, mas o que contou foi a intenção.
Mais tarde, as minhas composições encomendadas pela Professora de Português valiam-me "Excelentes" e o prémio de as ver publicadas no jornal "O Mocho".
Comecei então a dedicar mais tempo à escrita. Passei muitas horas da minha adolescência a escrevinhar poemas e letras de canções que nunca publiquei, tendo como fonte de inspiração as minhas bandas de eleição - U2, The Cure e Depeche Mode.
Já no Liceu, voltei à carga. Criei com os meus colegas o jornal "Onda Jovem", onde publiquei as minhas primeiras críticas de cinema e de música, e também poemas.
O "bichinho" foi crescendo até que acabei por estudar Jornalismo e Comunicação. Hoje, é a minha vida.
Inevitável, meus caros amigos, esta minha presença on-line.
Cá estou para dizer o que me vai na alma...
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